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Chegámos a Bratislava ao fim da tarde via Viena (60Km), não podémos deixar de jantar num restaurante típico para um primeiro contacto com a gastronomia Eslovaca; enquanto comíamos um grupo de músicos interpretava canções locais e que depois de saberem que éramos Portugueses entoavam o fado de Coimbra. Segui-se um passeio pelo centro histórico, ao longo do Danúbio com vistas para a torre sobre a ponte nova (Nový most) que dá acesso a Petrzalka (dantes uma outra cidade, agora parte de Bratislava com altos edifícios, construídos em série com placas pré-moldadas no próprio local, monoblocos de cimento, um dormitório construído na era comunista.
Estadia num Hostel (uma outra experiência em alojamento) mesmo junto o centro e a um TESCO (muito útil !), muitos passeios a pé e em transportes públicos. O castelo de Dévin a alguns Kms do centro é um must, com excelentes vistas sobre o Danúbio e uma panorâmica impressionante em todas as direcções, o almoço uma rica sopa de tomate (mas curta para a fome que se instalara), uma valente chuvada na companhia de um grupo de turistas Eslovenos que se esforçavam por correr connosco.
Mais tarde a caminho do castelo da cidade, tempo para um café num curioso bar. Neste castelo as vistas são igualmente largas, vendo-se perfeitamente Petrzalka, o Danúbio com o seu trânsito de barcos, uns turísticos, outros de passageiros (entre Viena e Bratislava), outros de transporte de carga diversa.
O palácio de Grassalkovitch (residência oficial do Presidente), os seus jardins, cruzámos a cidade, subimos por alamedas bordeadas de árvores, chegaríamos então, ao Slavin, um monumento (construído entre 1957 e 1960) no topo de uma colina, cemitério dos soldados russos que libertaram a cidade em Abril de 1945. Museus, palácios, torres, teatros, etc
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